Amanhã (3/8) é o Dia D

BSB Capital 02/08/2022 às 11:21, Atualizado em 03/08/2022 às 11:35

Nesta quarta-feira (3/8), o Supremo Tribunal Federal analisa se a nova Lei de improbidade pode retroagir para beneficiar quem está condenado e com a suspensão dos direitos políticos. Os ex-governadores José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz aguardam a decisão para seguirem como pré-candidatos

Da Redação

O ex-governador José Roberto Arruda (PL) espera que o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (3/8), anule as condenações por improbidade administrativa que o torna inelegível, e assim poder continuar candidato a deputado federal. A nova Lei de Improbidade será analisada pela Suprema Corte, a fim de decidir se ela pode retroagir para beneficiar quem já está condenado e com suspensão dos direitos políticos.

Nessa segunda-feira (1/8), o ministro Gurgel de Faria, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), havia revogado a liminar que dava a Arruda o direito de disputar as eleições deste ano. Embora a decisão definitiva dependa do STF, uma liminar concedida no plantão judiciário de julho pelo presidente do STJ, Humberto Martins, havia suspendido condenações por improbidade administrativa com pena de inelegibilidade para o ex-governador. Assim, tornado apto a concorrer, Arruda acabou optando por ser pré-candidato à Câmara, além de apoiar a candidatura da esposa, Flávia Arruda (PL), ao Senado. Inclusive, participou da convenção de seu partido, o PL, junto ao MDB do governador Ibaneis Rocha e do PP, realizada nesse domingo (31/7).

Agnelo

A definição desta quarta-feira no STF também é aguardada pelo ex-governador Agnelo Queiroz (PT). Agnelo, embora respaldado pela direção nacional da federação PT-PV-PCdoB, sofre com a desconfiança de correligionários locais, que temem que, caso o ex-governador venha a sofrer algum tipo de impedimento, prejudique o quociente eleitoral, com a possível anulação de seus votos, conforme noticiado no Brasília Capital na matéria sobre o dia D, no domingo (31/7). Alguns petistas entendem que seria mais seguro a troca de Agnelo por um nome sem problemas com a Justiça. Sendo o nome do ex-deputado Geraldo Magela o mais viável.

Com informações do Correio Braziliense.

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