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Brasil, Meio Ambiente

Adaptação climática com justiça social

  • Ana Luisa Araujo
  • 09/05/2025
  • 08:00

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Foto: Divulgação

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, defendeu, na 5ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), uma transição ecológica que não exclua os mais vulneráveis. Para ela, o Brasil vive um momento decisivo no enfrentamento à emergência climática e deve assumir a liderança global com responsabilidade social. 

“Já usamos muito a biodiversidade e a natureza. Agora é hora de usar o dinheiro para preservar o que temos e restaurar o que foi perdido, com sabedoria e justiça”, afirmou. A ministra destacou que o novo ciclo de prosperidade deve ser construído com base em energias renováveis e inclusão.

Com o tema “Emergência Climática: o Desafio da Transformação Ecológica”, a conferência retoma a participação social nas decisões ambientais do País após 11 anos de interrupção. 

De terça (6) sexta-feira (9), mais de 1.500 delegados de todos os estados e do Distrito Federal se reuniram em Brasília para definir as cem propostas prioritárias que irão atualizar a Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e nortear o novo Plano Clima até 2035.

ADAPTACIDADES – O Entre os destaques dos debates, está a urgência de uma adaptação climática que leve em conta as desigualdades sociais. A diretora de Políticas para Adaptação e Resiliência à Mudança do Clima do MMA, Inamara Melo, alertou que os impactos ambientais têm efeito multiplicador sobre os problemas econômicos e sociais. 

Segundo ela, 83% dos municípios brasileiros já foram atingidos por eventos climáticos extremos na última década, gerando perdas crescentes — de R$ 5 bilhões em 2003 para R$ 54 bilhões em 2023.

Nesse contexto, o governo federal tem apostado no programa AdaptaCidades, que oferece capacitação e suporte técnico a municípios para que possam elaborar estratégias locais alinhadas à política nacional de adaptação. A proposta é alcançar pelo menos dez cidades em cada estado com orientações metodológicas, educação a distância e acesso a recursos.

DIVERSIDADE – Outro ponto central da conferência foi o reforço à justiça climática. Com 56% de delegadas mulheres, 64% de pessoas negras e significativa presença de indígenas e comunidades tradicionais, a 5ª CNMA levou em consideração a diversidade. 

“É impossível pensar em política pública sem enfrentar a emergência climática, especialmente onde ela atinge com mais força: nos territórios da pobreza”, destacou Alexânia Rossato, do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), lembrando que a maioria das vítimas de desastres ambientais no Brasil vive com até dois salários mínimos.

Saiba+

Mais de 2.600 propostas foram apresentadas por meio de conferências locais e estaduais desde o início do processo em 2024. As delegações presentes em Brasília selecionaram as melhores ideias em cinco eixos: mitigação, adaptação e preparação para desastres, justiça climática, transformação ecológica e governança e educação ambiental. A expectativa é que esse esforço contribua diretamente para as decisões que o Brasil levará à COP30, em novembro, em Belém (PA).

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