Acredite: ninguém morre

mmPor ,27/02/2021 às 9:00, Atualizado em 23/02/2021 às 11:40

A pessoa, a alma eterna, continua viva no Plano Astral, com o corpo astral, ou corpo incorruptível

Enquanto você pensar que é corpo, sofrerá! Você é um ser indestrutível, eterno, que passa por uma experiência na matéria. Quem morre é o corpo físico. A pessoa, a alma eterna, continua viva no Plano Astral, com o corpo astral, ou corpo incorruptível, de que falou o Apóstolo Paulo.

Certa vez, em Pedro Leopoldo (Minas Gerais), Chico Xavier recebeu a visita de uma pessoa que lhe disse: “Chico, eu vou frequentar seu Centro Espírita porque quero que seus espíritos me ajudem a ganhar na Loteria Federal; se eu ganhar, vou dar uma boa ajuda para o Centro”.

Depois de alguns meses, ganhou, desapareceu e pouco tempo depois, desencanou. Durante dois anos, como acontece com 70% dos mortos, segundo o próprio Chico Xavier, ignorou seu estado de espírito, até que um dia, sem saber como, se viu dentro do Centro Espírita e diante de Chico.

Tentou se esconder, mas não foi possível. Então, afirmou: “Chico, eu sei que estou em falta com você, mas aquela ajuda que prometi, vou dar”. Chico olhou para a cara de pau dele, e afirmou. O dinheiro que você ganhou você não pode mais tocar nele”. A alma entendeu e caiu num choro demorado.

O Além, ensina a literatura Espírita, é como um outro país. Se você tiver dinheiro, que é o bem feito aqui, será atraído para lindos lugares que as religiões chamam de céus. Se viveu só para si e prejudicou, sofrerá, porque o magnetismo que você gerou com suas palavras, ações e atitudes, te levarão para um lugar semelhante ao que você é intimamente, como bem explicou Cássia Eller em sua mensagem recebida no Lar de Frei Luís, no Rio de Janeiro.

O que atrai as pessoas para lugares bons ou ruins no Além? O magnetismo. As pessoas ficam dormindo após a morte? Não. Somente ateus e evangélicos acreditam nisto, temporariamente. Nos últimos anos de sua vida, Chico Xavier, dedicou parte do seu tempo a receber mensagens dos chamados mortos. E duas delas foram aceitas por juízes de tribunais terrestres para inocentar réus.

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