Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Artigo

Ação protetiva para a mulher tem que ser imediata

  • Redação
  • 03/09/2018
  • 13:30

Compartilhe:

Mulher não é propriedade de homem e homem não é dono de mulher. Mas nem todos pensam assim. Homens ciumentos, prepotentes, educados na herança do machismo, estão por aí aos montes, espalhando a barbárie. Nos últimos meses, o DF agravou suas já altas estatísticas de feminicídio.

Esta semana, mais um brutal assassinato de mulher nos entristeceu e envergonhou. O mais grave deste último assassinato – de uma senhora, Maria Regina Araújo, morta com 20 facadas diante da filha de oito anos – é que ela havia pedido ao delegado ação protetiva, há dez dias. Mas a proteção não lhe foi concedida.Por que não? porque a juíza Eugenia Christina Bergamo Albernaz, que analisou o caso, negou a concessão da ação protetiva, alegando que Maria Regina Araújo não corria risco de vida.

Fico imaginando como deverá estar a consciência dessa juíza neste momento. Como deve estar se sentindo, sendo uma mulher que não teve a capacidade de proteger outra mulher. Se ela tivesse acatado a ação do delegado e dado a garantia necessária àquela senhora, certamente agora ela estaria viva.Com certeza, também, a juíza teria evitado a uma menina de oito anos – que entrou em estado de choque ao ver a mãe ser esfaqueada repetidamente – o trauma que dificilmente a abandonará pelo resto da vida.

O feminicídio cresceu absurdamente no Distrito Federal. Trata-se de uma verdadeira matança de mulheres, mães de família e trabalhadoras dentro de suas casas ou próximo a ela.Não podemos permitir que mulheres indefesas fiquem desprotegidas quando pedem ajuda à Justiça e continuem a ser assassinadas por monstros.

Espero que as autoridades reflitam a respeito. Não dá mais para aceitarmos calados que mulheres sejam vítimas de covardes sanguinários, quando poderíamos evitar o fato. Está na hora de mudar a Legislação. Quem sabe, autorizando o próprio delegado, ao sentir risco iminente para a mulher, poder ele mesmo autorizar a ação protetiva?

 

(*) Líder do PT na Câmara Legislativa

Compartilhe essa notícia:

Picture of Redação

Redação

Colunas

Orlando Pontes

Vídeo: Leila é vaiada no Torneio Arimateia

Caroline Romeiro

EUA redescobrem o óbvio: comida de verdade no centro do prato

José Matos

Inveja. Livre-se dela

Júlio Miragaya

A grandeza das cidades médias brasileiras

Tesandro Vilela

SUS aposta em IA para modernizar saúde pública

Júlio Pontes

Você precisa saber o que é desincompatibilização

Últimas Notícias

Confira a lista de vencedores do Globo de Ouro 2026

11 de janeiro de 2026

Centro de Línguas de Novo Gama abre vagas para cursos gratuitos

11 de janeiro de 2026

Aberto concurso com salários de até R$ 6 mil em Valparaíso

11 de janeiro de 2026

Feliz Ano Novo à categoria bancária!

11 de janeiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2025 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.