A psicologia dos “coitadinhos”

BSB Capital07/02/2016 às 10:38, Atualizado em 09/07/2016 às 3:37

Dentre os prazeres estranhos cultivados pela humanidade está o hábito de sentir-se coitadinho. É prazeroso ser olhado com piedade, acreditam esses infelizes. Podemos classificá-los em três tipos: 1 – Os que contam dramas para que os outros sintam pena deles (são os coitadinhos inocentes); 2 – Os que contam para receber apoio (são os revoltados); …

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Dentre os prazeres estranhos cultivados pela humanidade está o hábito de sentir-se coitadinho. É prazeroso ser olhado com piedade, acreditam esses infelizes. Podemos classificá-los em três tipos: 1 – Os que contam dramas para que os outros sintam pena deles (são os coitadinhos inocentes); 2 – Os que contam para receber apoio (são os revoltados); e 3 – Os que apenas contam para desabafar, embora não desabafem, porque o hábito virou vício e, como todo vício, é de difícil libertação (são os queixosos).

Qual a maneira adequada de lidar com esses indivíduos? Fazendo-os ver suas parcelas de responsabilidades nos desentendimentos ou o grau de ignorância da outra parte. Como são viciados, não gostam de serem contrariados e tenderão a afastar-se. Neste caso, você resolveu seu problema, porque não voltarão mais, com raras exceções.

A técnica do espelho, na qual você faz os indivíduos enxergarem-se, é a mais recomendável. Ou resolve o problema delas ou o seu. Ensinava o filósofo Huberto Rhoden: “se o louco não for consciente da sua loucura, não pode ser curado”.

Os coitadinhos estão por toda parte – na escola, na família, no trabalho, etc. Por acreditarem que são injustiçados, em geral, não se desenvolvem ou são péssimos profissionais. Acusam os outros, mas, no fundo, se odeiam e odeiam a vida. Muitos também acusam para serem bem vistos. Este péssimo hábito passa para os descendentes e nada tem de genético. É apenas influência do meio.

Todos, ao atingirem a idade adulta, deviam fazer um inventário de suas vidas para livrarem-se das péssimas influências que acumularam. Só assim pode-se ser autêntico: aquele que é ele mesmo (a).

Sobre este tema manifestou-se o Mestre Maior: “Insensato! Tira primeiro a trave (tora de madeira ) do teu olho para poder falar do cisco no olho do teu irmão”.


Mulher, salve seu Casamento!


Osho – O Mestre do Século XX


O amigo desprezado


 

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