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Geral

A propaganda é mesmo a alma do negócio!

  • Redação
  • 24/07/2020
  • 17:36

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Na quinta-feira (23), fui surpreendido, no fim da tarde, com a visão de um cometa. Não seria o Halley, pois este só é visto a olho nu, daqui da terra, a cada 76 anos. Então, o que era aquilo lá no céu, esplendoroso, tão nítido? Por que não estava nos jornais, nos blogs, na internet? Não teve uma live sequer. Pobre cometa majestoso. 

Posso falar da visão que tive do cometa NeoWise, assim batizado pela NASA, que, segundo os especialistas, só voltará à terra daqui a 6.800 anos. Mas gostaria de me ater mesmo é à importância da propaganda em nossas vidas. 

Quando era garoto, em 1986, tive a oportunidade de tentar ver a passagem do cometa Halley. E enfatizo aqui: tentar, pois foi uma decepção. Ninguém viu nada. A passagem do Halley foi tão badalada! O cometa era mimado por todos. 

Lembro-me dos preparativos, dos noticiários. Ele dominou a mídia por meses. Era um evento que só aconteceria novamente nos próximos 76 anos. Os místicos falavam de bons presságios; os céticos de que seria o fim do mundo.

No fundo, eu só queria ver aquele corpo celeste que terá a sua próxima aparição novamente em 2061, e também porque o Halley é o único cometa de curto período que é regularmente visível a olho nu da Terra.

O cometa Halley, tão importante para a ciência, muito estudado, foi visto no seu devido tempo por grandes cientistas. Há relatos dos Gregos, Chineses e,principalmente dos europeus, que o adotaram como objeto de estudo científico. 

Kepler, que decifrou a trajetória dos planetas, também estudou o cometa Halley.Newton, com a descoberta de sua física da mecânica celestial permitiu, com precisão, que se calculassem as órbitas celestes, projéteis, pêndulos e corpos em queda livre nas proximidades da superfície da Terra. 

Newton, com suas descobertas, forneceu explicações sobre as órbitas excêntricas dos cometas, explicou as mudanças das marés, até a perturbação do movimento da Lua pela atração gravitacional do Sol. 

Em 1686 Halley, astrônomo, editor e amigo de Newton, o convenceu a publicar uma descrição completa de suas descobertas sobre física e astronomia. Um ano mais tarde Newton publicou o Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, ou simplesmente Principia, como se tornou conhecido o livro. Este é considerado por muitos historiadores da ciência como o maior livro científico já escrito. 

Edmond Halley é homenageado com o seu nome para o batismo do cometa. Ele é o primeiro astrônomo a teorizar que os cometas seriam objetos periódicos e previu que no ano de 1758 um cometa cruzaria o sistema solar – o famoso cometa Halley. 

Vejam que já fui apanhado, neste texto, pela força gravitacional do cometa Halley, devido à avalanche de informações existente sobre o tema. 

Quero dizer que toda comunicação é intencional, tem um propósito e pode de forma direta afetar as nossas vidas. Vejam que um tema tão relevante, como o do aparecimento do um novo cometa, agora conhecido como cometa NeoWise, não teve grande divulgação na mídia, enquanto o Halley mereceu anos de matérias.

Mas, para minha surpresa, foi o NeoWise que pudemos contemplar a olho nu daqui da terra. Eu o vi. Ele estava lá no céu, majestoso, com sua calda de quilômetros de poeira cósmica e gelo.

Incrível é que, dois minutos antes, eu havia feito fotos do belíssimo por do sol de Brasília. Mas, estupefato diante daquela visão, não tive a iniciativa de registrar a passagem do NeoWise com minha câmera do celular.

Se você quiser, ainda pode contemplá-lo. Esta semana, todos os dias, ele cruzará o céu na direção Noroeste, logo no começo da noite.  

Nossa geração que foi bombardeada de informação sobre o cometa Halley e não o pôde vê-lo a olho nu, pois ele faltou à festa naquele dia, em 1986, agora pode vislumbrar a visão de um novo cometa que só poderá ser avistado novamente daqui a 6.800 anos, ou seja, no ano de 8820.

(*) Engenheiro, ex-diretor do DER-DF, morador do Lago Norte

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