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colaboradores, Tecnologia

A inteligência artificial deixou de ser futuro

IA atravessou 2025 sem alarde, mas com impacto profundo nas relações sociais

  • Tersandro Vilela
  • 25/12/2025
  • 15:00

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Foto: Rawpick/Freepick

Tersandro Vilela (*)

A inteligência artificial atravessou 2025 como poucas tecnologias na história recente: sem alarde, mas com impacto profundo. Ao longo do ano, deixou de ser apresentada como novidade para se tornar parte da infraestrutura invisível que organiza decisões, fluxos de informação e relações sociais. O futuro prometido chegou e já começa a envelhecer.

A IA passou a operar como linguagem e está nos sistemas que priorizam conteúdos, nas ferramentas que organizam dados públicos, nos mecanismos que orientam escolhas de consumo, crédito e políticas. Não se trata apenas de automação, mas de uma nova gramática que estrutura o modo como o mundo é interpretado e administrado. Quanto mais eficiente, menos perceptível.

Esse avanço, porém, trouxe à superfície dilemas não técnicos, mas políticos e éticos. Algoritmos não são neutros e reproduzem padrões, amplificam vieses e refletem interesses de quem os projeta e controla. A concentração de poder tecnológico, sobretudo em grandes empresas globais, passou a disputar espaço com Estados nacionais e instituições democráticas, redesenhando a noção de soberania.

Em 2025, a discussão sobre regulação deixou de ser periférica, tornando-se central. Governos, organismos internacionais e a sociedade civil passaram a confrontar uma questão incontornável: como garantir transparência, responsabilidade e direitos em sistemas que aprendem, decidem e operam em escala massiva? 

O desafio não é conter a tecnologia, mas evitar que ela avance sem mediação social. A IA não pensa, não sente, não responde por si. Ela simplesmente executa. O risco maior não é a autonomia das máquinas, mas a transferência silenciosa de decisões humanas para sistemas opacos. 

Ao final deste ano, fica evidente que a IA já não é apenas um tema de futuro. Pode-se afirmar que é um campo de disputa no presente, e o modo como será governada dirá muito sobre a sociedade que escolhemos construir.

(*) Jornalista – MTB 1801 PI

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Tersandro Vilela

Jornalista pós-graduado em Filosofia, especialista em Liderança: gestão, resultados e engajamento e mestrando em Inovação, Comunicação e Economia Criativa

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