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colaboradores, Saúde

A importância da comunicação aumentativa e alternativa para pessoas com TEA

  • Redação
  • 18/06/2025
  • 13:00

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Rachel de Arruda Botelho (*)

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é definido como um transtorno do neurodesenvolvimento, caracterizado pelas dificuldades de comunicação e interação social e também os comportamentos restritos e repetitivos. Uma efetiva comunicação é necessária para que facilite a participação social, as interações sociais, desempenho acadêmico, ocupacional e vocacional.

No entanto, sabe-se que em torno de 25% das crianças com TEA não desenvolverão a fala como é esperado nos marcos do desenvolvimento. Dentro dessa porcentagem muitas pessoas com autismo serão minimamente oralizadas ou não falantes (não verbais).

Muitas vezes, quando uma pessoa com Transtorno do Espectro Autista não consegue se comunicar, possivelmente terá outra forma de comunicação. Mas esta, talvez, não seja convencional e funcional. E, possivelmente, dificultará as suas interações sociais.

É comum a mãe ou alguém que convive diariamente com a pessoa com o TEA que possui necessidade complexas de comunicação, compreendê-la melhor, pois consegue fazer a leitura dos seus comportamentos ou compreender os sons aproximados dentro de um contexto e rotina comuns.

Já as pessoas que não fazem parte do seu convívio terão dificuldade em compreendê-la. Com o objetivo de dar qualidade na comunicação do indivíduo com necessidades complexas de comunicação, a inserção da tecnologia assistiva – comunicação aumentativa e alternativa é imprescindível. 

A comunicação aumentativa e alternativa, como o próprio nome diz, ela pode suplementar a fala, ou pode ser a alternativa para aquelas pessoas que não falam temporariamente (uma pessoa hospitalizada) ou de forma contínua (pessoa com paralisia cerebral, autismo…). 

Infelizmente existem alguns mitos sobre a comunicação aumentativa e alternativa, principalmente quando a sua inserção está relacionada ao Transtorno do Espectro Autista. 

O mito mais divulgado pelo senso comum é que a introdução de uma comunicação alternativa atrasa a fala. Outro mito é de que o indivíduo precisa ter pré-requisitos para a inserção da comunicação aumentativa e alternativa e esta deverá ser o último recurso. 

Na verdade, as pesquisas demonstram que quanto mais cedo for inserida a CAA, melhor para a pessoa, que não há pré-requisitos e, por fim, que auxilia a aquisição de vocabulário e não é impeditivo da criança vir a falar.

Existem várias formas de comunicação alternativa, assistida, de baixa e alta tecnologia:  troca de figuras, pranchas temáticas, aplicativos de voz, digitação, entre outras; e não assistida: sinais idiossincráticos, gestos, expressões faciais.

A avaliação e o apoio de uma equipe multidisciplinar são essenciais no momento de definir qual recurso será utlizado, pois pode haver a necessidade de meios diferenciados de acesso à CAA.

Comunicar é um direito de todas as pessoas. Compreender e se fazer compreendido é ter dignidade! 

Se quiser saber mais sobre CAA no Brasil, não deixe de conhecer a ISAAC-Brasil – International Society of Augmentative and Alternative Comunication e o ComunicaTEA.

(*) Pedagoga e Psicóloga, membro da ISAAC-Brasil

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