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Crônica

Histórias de Brasília: A riqueza inconcebível das mangueiras

  • Fernando Pinto
  • 19/01/2018
  • 15:26

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Foram nada menos de 900 mil árvores frutíferas plantadas no DF no início da fundação de Brasília, em 1958. Isto representava uma resposta dos agrônomos do Departamento de Parques e Jardins da Novacap, sob o comando de Juscelino Kubitschek, aos detratores da UDN, entrincheirados no Congresso Nacional, que tentavam impedir que a construção de Brasília fosse consumada. Entre eles, Carlos Lacerda, brilhante orador, a soldo só Deus sabia de quem, ao afirmar que se tratava de clima de deserto, sem chance de sobrevivência humana.

Por outro lado, lembrando o ditado árabe \”os cães ladram, mas a caravana passa\”, a cidade em formato de avião crescia a olhos vistos, confirmando o vislumbre de um santo – em agosto de 1883, Dom Bosco sonhou que fazia uma viagem à América do Sul, continente que jamais visitou. Ao chegar entre os paralelos 15º e 20º, viu um local especial, onde, nas palavras de um anjo que o acompanhava em sua visão, apareceria \”a terra prometida\” e que seria de \”uma riqueza inconcebível\”.

Setenta e sete anos depois do sonho, era inaugurada no Planalto Central brasileiro a cidade de Brasília, exatamente dentro do intervalo de coordenadas geográficas mencionado na visão de Dom Bosco. Assim, a primeira obra de alvenaria a ser erguida na nova capital foi a Ermida Dom Bosco, projetada por Oscar Niemeyer e localizada às margens do Lago Paranoá. Foi construída em 1957 como uma homenagem ao santo, mais tarde feito padroeiro de Brasília.

No que se referia à inspiração de JK, não se tratava de uma mera aventura. Muito ao contrário, era realmente a \”terra prometida\” desde os tempos do Império, quando a Missão Cruls demarcou o quadrilátero de 14.400 quilômetros quadrados no planalto goiano (nas proximidades onde é hoje Planaltina).

E no rol das 900 mil árvores frutíferas, foram fincadas 500 mil mangueiras. Graças a essa iniciativa, neste ano de 2018, milhares de mangas se transformaram em tapetes nas quadras das Asas Sul e Norte, matando a fome dos moradores de rua, confirmando \”a riqueza inconcebível\” do sonho de Dom Bosco.

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