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Geral

Agonia sem previsão de fim

  • zehum
  • 21/10/2017
  • 09:20

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Após dez meses de racionamento de água – o primeiro de sua história – e em estado de emergência desde o último dia 13, o Distrito Federal não tem previsões de curto prazo que possam pelo menos dar um pouco de alívio aos seus mais de 3 milhões de habitantes ― uns mais outros menos prejudicados pela seca. Moradores de Planaltina, Sobradinho e Vale do Amanhecer, por exemplo, terminaram a semana, depois de terem o abastecimento suspenso por vários dias sem nenhum aviso, com torneiras secas. O corte no fornecimento pode subir para dois dias. O plano já está pronto, mas não há data para sua implementação.

Embora a ampliação do racionamento já esteja prevista desde o ano passado, na resolução da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa) que deu início ao rodízio, as previsões deixam a população apreensiva. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê menos chuvas nos últimos três meses deste ano do que o registrado na chamada média histórica e deu explicações ao governador Rodrigo Rollemberg (leia matéria nesta página).

O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), Maurício Luduvice, afirma que “precisamos de uma união de todos”. Ou seja, redução do consumo, aumento no nível dos reservatórios e colaboração dos produtores rurais ao usarem as bacias hidrográficas. Nos casos de Planaltina, Sobradinho e Vale do Amanhecer, mais Brazlândia, a recomendação aos habitantes é comprar uma caixa d’água. “Essas regiões são abastecidas por um sistema independente. Ou seja, a gente não tem um reservatório para armazenar a água”, explica Luduvice.

Administração – Mas há quem prefira abordar outros aspectos desta crise, como o economista Marcos de Abreu, ex-diretor-executivo do Fundo de Pensão do Banco do Brasil (Previ), ao falar de deficiências na administração. “Isso é esperado. Todos os anos, temos problemas com chuvas”, afirma. Ele fala, inclusive, do ex-governador Joaquim Roriz: “muita gente critica. Mas imaginou se ele não tivesse construído Corumbá? O que não seria agora do Distrito Federal?”. É sua maneira de destacar que o ruim poderia estar ainda muito pior.

O economista tem refletido e escrito artigos sobre a seca. “A falta de uma administração eficiente desse recurso (água) começa a aparecer e situações próximas à população naturalmente chamam a atenção das pessoas”, salienta.  Marcos Abreu chama a atenção para falhas inadmissíveis, como descuido com matas ciliares em volta dos rios. No caso de Brasília, ele ainda usa como exemplo Vicente Pires: “Não devíamos ter deixado acontecer o que aconteceu”. Para ele, a explicação também é evidente não apenas para a ocupação de áreas que deveriam ser preservadas porque “faltou e falta planejamento”, mas para governos como um todo.

“A fiscalização de poços artesianos clandestinos aumenta, buscando-se coibir a extração ilegal de água do lençol freático. Há preocupação com a qualidade da água, tanto do lençol freático quanto da que é acrescentada ao Lago Paranoá, após o tratamento do esgoto. A Caesb tem procurado formas de diminuir a perda de água por vazamentos e ligações clandestinas. Tecnologias de verificação remota de consumo e armazenamento de água são estudadas. Procura-se saber se a proteção às nascentes, margens de rios e solos é devidamente fiscalizada pelas autoridades competentes. Enfim, cada detalhe torna-se mais importante”, afirma Abreu.

 

      Sem notícias boas à vista

O governador Rodrigo Rollemberg recebeu, na segunda-feira (16), a informação de que as chuvas só devem voltar ao DF nesta última semana de outubro. Quem lhe passou os dados foi o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Francisco de Assis Diniz. As previsões indicam outubro com precipitações abaixo da média histórica, por influência do La Niña.

Com base no panorama apresentado para o próximo trimestre, será possível avaliar as medidas de enfrentamento da crise hídrica e respaldar decisões nos próximos meses. O fenômeno climático La Niña, conforme explicou Franciso de Assis, causa a redução da temperatura das águas do Oceano Pacífico e, no Brasil, forma bloqueios atmosféricos no sul do País. Esses eventos desviam as frentes frias para o mar e impedem a formação de chuvas no Centro-Oeste.

As primeiras precipitações devem cair em forma de temporais em áreas isoladas. Em novembro, porém, a expectativa é que o nível fique, no mínimo, dentro da normalidade para o período. No entanto, o Inmet trabalha com 35% de probabilidade de ocorrência de chuvas acima da média do mês. \”É importante que todos nós estejamos conscientes da gravidade (climática) por que passa o DF. Estamos vivendo, por exemplo, as maiores temperaturas da história\”, afirmou Rollemberg.

Vários representantes do governo acompanharam a apresentação feita pelo diretor do Inmet, entre os quais o secretário da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Argileu Martins; o presidente da Caesb, Maurício Luduvice; o presidente da Adasa, Paulo Salles; e o presidente da Emater-DF, José Guilherme Leal.

 

  • Com agências

 

 

 

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