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Cidades

Sem luz no começo do túnel

  • Maria Gabbriela Veras
  • 07/08/2016
  • 13:30

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Entrevistado pelo Brasília Capital em junho, mês do aniversário de Taguatinga, o administrador regional Ricardo Lustosa garantiu que as obras do túnel que ligará a Avenida Elmo Serejo à EPTG começariam em setembro. Entretanto, a menos de um mês do prazo estabelecido por Lustosa, dois consórcios brigam na Justiça para executar o projeto, o que impede o início da construção no prazo previsto.

O túnel diminuirá consideravelmente o fluxo de veículos no centro de Taguatinga. A obra foi orçada em R$ 199 milhões, obtidos a partir de financiamento que o GDF fez com a União.  No entanto, se não começar até dezembro, esses recursos, já liberados, deverão ser devolvidos.

Lustosa foi procurado na quinta-feira (4) pelo Brasília Capital e afirmou que essas questões jurídicas realmente existem, mas o Governo de Brasília está trabalhando para que todos os prazos estabelecidos sejam cumpridos.

“As obras de intervenção na área já estão em fase final de estudo. Foi montado um grupo de trabalho, coordenado pela Sinesp (Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos), para a organização e aplicação destas medidas”, explicou.

 

Entenda o caso

Em 2013 foi aberta a concorrência para a contratação de empresas que seriam responsáveis pela execução da obra. A primeira fase foi a pré-qualificação. Em agosto do ano passado, os envelopes de preços foram abertos. A disputa é entre o Consórcio Novo Túnel, composto pelas empresas Trier Engenharia, EPC Projetos, WVG Construções e Infraestrutura e Geosonda; e o Consórcio Taguatinga, formado pela Odebrecht e Serveng-Civilsan, que entraram na Justiça e obtiveram liminar para suspender o processo.

Segundo o subsecretário de Acompanhamento e Fiscalização de Obras da Sinesp, Fernando Chagas, as obras estão suspensas até a decisão judicial. “Apesar de o processo estar na 3ª Vara da Fazenda, o planejamento, estratégias de mobilização e a elaboração de projetos já estão sendo feitos. Estamos encaminhando tudo o que nos é permitido para que, quando esta decisão for anunciada, não percamos tempo”, afirma Chagas.

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