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Política

TJ rejeita pedido para adiar julgamento da família Roriz

  • Redação
  • 12/07/2016
  • 09:22

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O Tribunal de Justiça do DF rejeitou uma manobra que poderia adiar o julgamento de integrantes da família Roriz, marcado para a próxima quarta-feira (13). Esta semana, a 5ª Turma Cível vai julgar recurso contra a condenação do ex-governador Joaquim Roriz e de suas três filhas, Jaqueline, Wesliane e Liliane, por improbidade administrativa. Rodrigo Roriz, neto do ex-governador, também é alvo da denúncia. Eles foram condenados em primeira instância em julho do ano passado e, caso o entendimento seja mantido, todos ficarão enquadrados na Lei da Ficha Limpa e não poderão mais disputar eleições.

Indice
STF marca depoimentos de cinco delatores contra Cunha na Lava JatoEleição para sucessor de Cunha ficou para quarta-feiraRelator defende aprovação da LDO com rombo de R$ 139 bilhões
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Diante da iminência da análise do caso, o engenheiro Roberto Cortopassi Júnior, que também responde pelas denúncias, pediu concessão de vista dos autos por um prazo de cinco dias. O desembargador Josapha Francisco dos Santos, relator do processo, rejeitou o pedido. “Tendo em vista que o réu não se insurgiu contra a sentença, deixando transcorrer o prazo para interposição de apelação, indefiro o pedido de vista, uma vez que a apreciação dos apelos se encontra agendada na pauta da próxima sessão de julgamentos e o deferimento do pedido acarretaria retardo imotivado”, justificou o desembargador.
Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal, em 2006, o então governador Roriz teria facilitado um empréstimo do BRB à construtora WRJ Engenharia, em troca de 12 apartamentos para a família. Os irmãos Renato e Roberto Cortopassi, proprietários da WRJ; o ex-presidente do BRB Tarcísio Franklim de Moura, Antônio Cardozo de Oliveira e Geraldo Rui Pereira, ex-diretores do banco, e um dos filhos de Jaqueline Roriz, Rodrigo Roriz, também foram condenados por improbidade no mesmo processo.

 


STF marca depoimentos de cinco delatores contra Cunha na Lava Jato

Eleição para sucessor de Cunha ficou para quarta-feira

Relator defende aprovação da LDO com rombo de R$ 139 bilhões

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