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Sem categoria

Grileiros fazem a festa no Park Way

  • Redação
  • 07/09/2015
  • 11:28

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Invasores constroem mansões em áreas de proteção ambiental, com direito a energia elétrica fornecida pela CEB 

Gabriel Pontes

Gustavo Goes

Em meio a promessas de candidatos às eleições de 2014 estampadas em cartazes antigos espalhados pelas quadras 4 e 5 do Park Way, próximo a Águas Claras, as invasões de áreas verdes e de preservação ambiental* mostram uma realidade de todo o Distrito Federal. Sem nenhum critério, visando tão somente o lucro, grileiros se aproveitam da falta de fiscalização, cercam grandes e pequenos lotes e vendem para ricos e pobres.

As ações acontecem às margens da Estrada Parque Vicente Pires (EPVP). Orelhões, abastecimento de água extraída irregularmente de poços artesianos e ligações elétricas regulares da CEB mascaram um problema que é de conhecimento da Agefis, que mesmo assim não toma as providências que são de sua competência.

O Park Way está em constante expansão e é um ponto estratégico  para os grileiros. Acesso rápido à Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG), falta de fiscalização e proximidade com terrenos regularizados para confundir compradores e outros moradores são os elemento essenciais para se arquitetar uma invasão. As chácaras e estradas de terra no Park Way de Águas Claras são os caminhos para se encontrar imóveis irregulares.

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Mesmo irregulares, as áreas invadidas têm fornecimento de luz da CEB e dispõem de orelhões. O abastecimento de água é feito por meio da extração de poços artesianos com 30m de profundidade. A reportagem do Brasília Capital entrou em contato com um corretor imobiliário da região, que orçou em 735 mil um sobrado de 1.000 m² n na Quadra 5 Conjunto 8/10 lote 27. Deve-se ressaltar que o Conjunto 8/ 10 não está previsto no plano piloto do Park Way. Trata-se de uma área verde que divide os conjuntos e se transformou em uma vila de invasores.

Além do crime ambiental, a pessoa que adquirir o imóvel terá à sua disposição quatro quartos, três suítes e um quintal com churrasqueira. Amparado por uma cessão de direito, que não torna o lote legal, o corretor admite que o lote não é escriturado. “A Agefis não chega até aqui. Esses lotes irregulares estão no Park Way há mais de 30 anos. Não corre esse risco”, disse o corretor, por telefone.

Gilma Rodrigues, presidente da Associação de Moradores, reconhece que o problema das invasões no Park Way completou 28 anos. “Há oito anos temos um processo transitado e julgado referente às quadras 15 a 25, mas nada foi feito para acabar com as invasões”. No caso das quadras 4 e 5, a presidente conta que “as chácaras que hoje se transformaram em condomínios pertenciam à antiga Fundação Zoobotânica. Com a extinção da Fundação, alguns funcionários passaram a usar as áreas em benefício próprio, parcelando e vendendo lotes”.

O melhor meio de se evitar as invasões é pela organização dos moradores, a fim de proteger as áreas verdes e não destruir as áreas de proteção ambiental do Park Way. Morador da quadra 5, o empresário Márcio Guimarães cobra da Agefis uma ação no setor semelhante à que está desobstruindo a orla do Lago Paranoá.  “Quero saber quando a turma do “Isoporzinho” vai chegar até aqui. Assim como foram desobstruídas as áreas verdes da orla do Lago, espero que façam o mesmo aqui também”, insiste Guimarães.

 

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Riscos

Além das áreas verdes, outras de preservação ambiental também são desrespeitadas. Por trás da Quadra 5, no Conjunto 1, uma vila está em formação e a área de preservação ambiental não inibe a presença de grileiros. Entre as cercas que demarcam invasões, foi instalada uma placa da Administração Regional de Vicente Pires. Entretanto, mesmo com o alerta aos moradores para o risco de incêndio, grande parte da vegetação está devastada.

 

Agefis

A Administração Regional do Park Way informou que tem conhecimento do problema nas áreas de proteção ambiental (APAs) e que já comunicou a Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis). Entretanto, não tem previsão para que auditores da autarquia visitem as localidades. \”Por ser um problema antigo, a vistoria técnica é mais cautelosa, o que pode retardar uma eventual operação\”, disse a Assessoria de Comunicação do órgão.

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