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Novas delações incriminarão Renan, diz Cunha

  • Redação
  • 25/08/2015
  • 08:46

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Indice
Odebrecht descarta delação na Lava JatoRéu na Lava Jato, Youssef depõe hoje na Justiça FederalTemer deixa articulação política do governo após reunião com Dilma

Em reunião com líderes partidários, na noite desta segunda-feira (24), Eduardo Cunha fez previsões funestas sobre Renan Calheiros. Afirmou que novas delações complicarão a situação do presidente do Senado no inquérito da Lava Jato.

A conversa ocorreu durante um jantar que Cunha ofereceu na residência oficial da Câmara. Ele se disse convencido de que Renan juntou-se a Dilma Rousseff num “acordão” destinado a garantir proteção mútua. Acha que o acerto fracassará.

Segundo a antevisão de Cunha, as delações que incriminarão Renan, por reveladoras, impedirão que prospere a suposta tentativa de conter o pedaço da Lava jato que pressiona os calos do senador.

Cunha falou como se dispusesse de informações privilegiadas. Afirmou que outros líderes do PMDB se enroscarão no escândalo da Petrobras. A certa altura, informou aos colegas que ele próprio deve ser alvejado por outro delator: Fernando Soares.

Operador do PMDB na Petrobras, Fernando Baiano, como é conhecido, está preso há nove meses e já foi condenado a 16 anos de prisão pelo juiz da Lava Jato, Sérgio Moro. Cunha crê que ele será impelido a virar delator.

Na previsão de Cunha, Fernando Baiano dirá que lhe repassou dinheiro desviado da Petrobras. Fará isso para obter benefícios judiciais. Mas não apresentará provas. Aliás, o presidente da Câmara reiterou aos líderes que é “inocente”.

A base da denúncia que a Procuradoria protocolou no STF contra Cunha é um depoimento do delator Julio Camargo, representante da Samsung em contratos de aluguel de navios-sonda à Petrobras.

Camargo disse ter repassado a cunha uma propina de US$ 5 milhões. Fez isso por meio de Fernando Baiano. A prevalecer o que disse Cunha, o operador confirmará à força-tarefa da Lava Jato que entregou o dinheiro. Mas ficará apenas no gogó, sem provas materiais. A ver.


 

Leia mais:


 

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