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Água reduz doenças cardiovasculares

  • Caroline Romeiro
  • 02/08/2015
  • 09:00

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O consumo de água está associado a vários benefícios à saúde, que vão desde melhorar as funções renal, gastrintestinal, cognitiva, homeostase sanguínea, além de ser uma importante estratégia para a prevenção e até tratamento da obesidade.

Além da água, outras bebidas como café e chás são também importantes para a manutenção da hidratação do corpo e favorecem a saúde com suas propriedades ligadas a compostos bioativos, como o ácido clorogênico e a cafeína do café e as catequinas do chá verde.

Algumas recomendações sobre o consumo de líquidos existem na literatura científica, e giram em torno de 30ml por Kg de peso corporal, ou, como adotou o Guia Alimentar para a população brasileira, 2 litros por dia.

É importante falar desse assunto, porque as recomendações falam, em geral, da ingestão de líquidos, sem especificar a quantidade de água e de outras bebidas, mas algumas recomendações mais recentes, como a do último guia alimentar norte-americano de 2010, deixa claro que o ideal é “beber água, em vez  de bebidas açucaradas”. Aqui chegamos a um ponto importante.

Conheço dezenas de pessoas que acreditam que trocar a água por suco de fruta “natural” é uma boa alternativa. E ainda tem os que trocam a água por refrescos e refrigerantes cheios de açúcar. Ao fazer isso, o consumo de calorias aumenta bastante, além de aumentar a carga de glicose no sangue e os picos de insulina.

Um estudo de maio deste ano mostrou que o consumo de bebidas açucaradas aumenta o risco cardiovascular, especialmente a resistência à insulina, e o perfil de colesterol e triglicerídeos também piora, além de aumentar a obesidade abdominal.

Esse mesmo grupo de pesquisa propõe um índice de bebidas saudáveis, e os pesquisadores apostam nessa ferramenta como uma boa alternativa a ser usada em consultórios por médicos e nutricionistas para orientar na escolha por bebidas mais saudáveis.

Leia mais:


 

Porque exercício e alimentação são aliados no combate às doenças?


Sobre a polêmica do “detox”


 

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Caroline Romeiro

(*) Ex-presidente do CRN 1ª Região, Mestre em Nutrição Humana e doutoranda em Ciências da Saúde

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