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A terapia da gratidão

  • José Matos
  • 27/10/2014
  • 09:32

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Entre as conquistas programadas para todos nós, inclui-se a da gratidão como uma das mais importantes, por ser geradora de equilíbrio e paz. É uma das leis do Direito Divino.

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Lembrada por todo grande mestre, foi realçada por Jesus quando da cura dos dez leprosos. Apenas um voltou para agradecer. O Mestre, aproveitando-se do episódio, indaga: \”não foram dez os curados? Apenas este estrangeiro voltou para agradecer?\”.

Jesus queria deixar esta lição importante. Ele sabe que devemos ser gratos, mas não devemos cobrar gratidão por nossos atos benéficos.

Em psicografia recebida por Chico Xavier, Humberto de Campos informa que os outros nove voltaram a adoecer. Não estavam preparados para a cura. A ingratidão demonstrou imaturidade espiritual. A saúde lhes prejudicaria espiritualmente mais que a doença.

A prática da gratidão é terapia eficiente. Por ela aprendemos também a viver de forma solidária. Reconhecemos tudo de bom que recebemos. Aprendemos com nossos erros e dos outros. Por ela estimulamos nossos semelhantes na continuidade da caridade e da compaixão.

Por outro lado, a ingratidão nos desequilibra com as leis da vida, dificultando ou impedindo as bênçãos programadas para nós. De tão importante, a gratidão transformou-se no quarto mandamento: \”filhos! honrem vossos pais para teres uma longa  vida na terra que Deus vos dará\”.

Não importa o tratamento paterno recebido. O mandamento não faz exceções. Honrem os vossos pais.

O ingrato sofre isolamento. Fecha-se para as bênçãos e pode tornar-se amargo, infeliz e invejoso.

Ao atravessar dificuldades na vida, questione-se: o que ando pensando? Falando? Fazendo?

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O problema talvez esteja na ingratidão do passado ou do presente.

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