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A feira e o lixo

  • Redação
  • 13/10/2014
  • 10:00

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Lixo espalhado pela calçada e no meio da rua. Revoada de pombos, moscas e mosquitos para comer as obras de comida. Ratos e baratas saindo de buracos e bueiros. Este é o retrato da Praça da Vila Mathias, em Taguatinga Sul, aos sábados, após a tradicional Feira Livre, que acontece no local há mais de trinta anos. O quadro fica ainda mais dantesco com a presença de moradores de rua, consumindo drogas lícitas e ilícitas – álcool, maconha e crack.

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Os moradores e principalmente os comerciantes do setor reclamam da situação e dizem já terem se cansado de pedir ajuda à Administração Regional. Diante da falta de respostas das autoridades, a comunidade está organizando um abaixo-assinado – já são mais de 500 signatários – para exigir providências efetivas do poder público. O movimento reivindica a limpeza imediata e eficaz da Praça e seu entorno tão logo a feira acabe toda semana.

\"IMG-20141003-WA0068\"A feira acontece entre as 6h e o meio-dia. As últimas barracas só são desmontadas após as 14h. Mas os transtornos continuam impactando os setores CSD e QSD o restante da semana. Segundo os comerciantes, o lixo só é totalmente retirado na terça-feira. Mesmo com as diversas reivindicações junto à Administração, a demanda não foi atendida.

“Queremos que recolham o lixo imediatamente após a feira. A coleta seletiva vem no domingo à noite e só leva os resíduos que lhes interessam. O mesmo acontece com os garis, que acabam não levando tudo”, disse o idealizador do abaixo-assinado, Élcio Miranda, dono do Supermercado Ideal.

Diante do problema, os comerciantes e moradores têm que se acostumar com a chegada dos visitantes indesejados, como baratas, pombos e ratos. Proprietária da loja Universo da Beleza, Dona Socorro tem que separar a imagem da loja do ambiente em que está inserida, já que o local perdeu a beleza há muito tempo . “Os ratos aqui são chamados de cavalos, por seu tamanho. É espantar um, que outro aparece no lugar. Não tem cliente que queira vir em um lugar assim”, lamenta.

\"IMG-20141003-WA0059\"Quem também enfrenta dificuldade para trabalhar são os funcionários da Casa das Carnes, que reclamam da falta de limpeza e segurança. “Nossos clientes do Guará e do Plano Piloto pararam de vir, pois os moradores de rua cobravam estacionamento, e quem não paga tem o carro arranhado”, contou o açougueiro José Carlos de Oliveira.

Além da sujeira que toma conta do local, o lixo também é um atrativo para os moradores de rua. Eles se beneficiam da bagunça para transformar a área pública em território particular. “Já vi um deles tomando banho totalmente despido, na frente de todo mundo”, disse uma moradora que preferiu não se identificar.

Moradora do local há 54 anos, Neli Assunção entende que a Praça da Vila Mathias vive situação de abandono. Além de concordar com a pauta de reivindicações do abaixo-assinado, acredita também que falta estrutura para os feirantes, por ser um ponto de vendas tão tradicional.

“Tinha que cobrir toda essa área. Eles ficam vendendo suas mercadorias embaixo de um sol pavoroso”. Já a moradora Maria Lúcia conta que sua amiga foi assaltada no local há pouco mais de um mês. “Levaram o carro dela”.

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Comércio

Assim como a Feira Livre da Vila Mathias, diversos comerciantes atuam há anos na praça. Segundo, Elcio e Dona Socorro, que trabalham há 37 e 31 anos no lugar, respectivamente, nunca houve uma situação igual a essa. “Estamos nos sentindo excluídos. Nossos estabelecimentos perderam o valor por causa desse descaso”, protestou o dono do Supermercado Ideal.

A reclamação dos residentes do local é refletida na quantidade de lojas fechadas em plena sexta-feira à tarde. A reportagem do Brasília Capital contou 19 lojas fechadas, dez com placas “Aluga-se”. “Quem vai querer alugar loja em um local repleto de moradores de rua e coberto de lixo. Isso afasta tanto o cliente quanto o lojista”, completou Socorro.

 

 

 

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