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Brasil, Justiça, Segurança

Segundo réu do dia 8 vai passar 14 anos preso. Xandão não aceitou a tese “do passeio”.

  • Redação
  • 14/09/2023
  • 13:22

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Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Thiago de Assis Mathar é o segundo condenado pelo STF, no processo que julga os golpistas que invadiram os prédios dos três poderes no dia 8 de janeiro. Ele foi condenado a 14 anos de prisão em regime fechado. A defesa de Thiago tentou convencer os ministros que ele não fez nada dentro do Palácio do Planalto e que só estava passeando em Brasília. 

Ele morava em Penápolis (SP), tem 41 anos e era produtor rural em sua região. Na audiência de custódia disse que veio para Brasília porque o ônibus e a comida eram de graça e que entrou no Palácio porque não havia nenhuma barreira ou aviso proibindo a entrada das pessoas. 

O argumento de Mathar não convenceu o ministro Alexandre de Moraes, o Xandão. Ele destacou em seu voto que ninguém que esteve no Congresso, STF e Palácio do Planalto veio a Brasília a passeio.

Aécio pegou 17 anos- Por oito votos a três, os ministros do STF decidiram nesta quinta-feira (13) pela condenação de 17 anos a Aécio Lúcio Costa Pereira, réu da primeira ação julgada pela Corte envolvendo os atos antidemocráticos de 8 de janeiro. A pena se dá pela prática dos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça com substância inflamável contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, aplicou ainda 100 dias-multa e R$ 30 milhões em danos morais coletivos – o valor deverá ser ressarcido em conjunto com outros réus que ainda serão julgados. Os ministros Luís Roberto Barroso, André Mendonça e Nunes Marques defenderam que Pereira fosse absolvido parcialmente.

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