Ir para o conteúdo
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
Facebook X-twitter Instagram
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Entorno
  • Pelaí
  • Versão impressa

Sem categoria

Violência gratuita em festas caríssimas

  • Gabriel Pontes
  • 18/08/2015
  • 15:55

Compartilhe:

Não é de hoje que acordamos com notícias de brigas em festas ditas grã finas na madrugada anterior. Brasília é uma fonte inesgotável deste lamentável tipo de fato. As filas virtuais e a expectativa para o show de sábado do cantor Durval Lélis, no evento Na Praia, frustrou parte do público que queria apenas para dançar axé.

Jovens, cabelo em pé, dinheiro (ou cartão de crédito) no bolso, camisa Dudalina, calça Diesel, tênis Osklen, relógio no pulso e vodka com energético no copo. Este é o uniforme da balada candanga. A predominância de baderneiros em festas como esta, impossibilita saber quem é a minoria – se os amantes da boa música ou os truculentos uniformizados.

Misturam- se neste estereótipo todo tipo de gente. As rotinas são parecidas. “Esquentam” antes da festa; pedem uma garrafa de vodka acompanhada de seis energéticos, dividem o custo entre os amigos, tiram foto da garrafa em cima da mesa exclusiva para quem pede a tal bebida da moda; postam a foto no Instagram e perdem a linha.

Daí em diante, ninguém responde por si. Qualquer besteira vira motivo para bater, apanhar, matar, morrer.

Nem as belas garotas tiram-lhes o foco em se mostrar mais macho do que o semelhante – e põe semelhança nisso!

A chegada dos seguranças só aumenta a temperatura da pancadaria. Bater em segurança é um triunfo. Mas normalmente não compensa tentar.

A verdade é que as brigas compensam para os organizadores dos shows. A paz tornou-se o produto mais caro deste tipo de evento.

Por um público ‘selecionado’ os frequentadores pagam o dobro, o triplo do preço dos ingressos dos meros mortais.

A organização acrescenta alguns sofás e outros tipos de bebidas importadas e a entrada pula de R$ 100 para R$ 400. Claro, com a vantagem de se poder postar no Instagram as fotos no tal ‘ambiente reservado’.

Afinal, quanto vale a sua paz?


Leia mais:


Trem entre Brasília e Goiânia será aprovado em outubro, diz ministro


Governo negocia show de Coldplay e Maroon 5 em Brasília


 

Compartilhe essa notícia:

Picture of Gabriel Pontes

Gabriel Pontes

Colunas

Orlando Pontes

Caiado é o cara

Caroline Romeiro

Entre modismos e responsabilidade

José Matos

Umbanda: religião brasileira e cristã – II

Júlio Miragaya

Indústria: das regiões metropolitanas para as cidades médias

Tersandro Vilela

Lula defende Sul Global na regulação tecnológica

Júlio Pontes

Zema foi o campeão do carnaval na Sapucaí

Últimas Notícias

Sindicatos da Fecomércio-DF renovam mandatos até 2030

26 de fevereiro de 2026

CPMI do INSS quebra sigilo do filho de Lula e sessão termina em confusão

26 de fevereiro de 2026

PDOT atualiza regras urbanas após 15 anos

26 de fevereiro de 2026

Centrad volta ao debate político com histórico de propina na gestão Arruda

26 de fevereiro de 2026

Newsletter

Siga-nos

Facebook X-twitter Instagram

Sobre

  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente
  • Anuncie Aqui
  • Fale Conosco
  • Politica de Privacidade
  • Versão impressa
  • Expediente

Blogs

  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade
  • TV BSB Notícias
  • Pelaí
  • Nutrição
  • Chico Sant’Anna
  • Espiritualidade

Colunas

  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
  • Geral
  • Política
  • Cidades
  • Brasil
  • Esporte
Facebook X-twitter Instagram
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

© Copyright 2011-2026 Brasília Capital Produtora e Editora de Jornais e Revistas LTDA.