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Política

Campeão de mentiras

  • Redação
  • 21/05/2021
  • 08:15

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Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), concedeu ao general Eduardo Pazuello o título de “campeão das mentiras”. O ex-ministro depôs na quarta (19) e quinta-feiras (20) e buscou o tempo todo blindar o presidente Jair Bolsonaro de qualquer culpa na desastrosa gestão da Saúde brasileira durante a pandemia.

Para isso, mentiu ou entrou em contradição pelo menos 14 vezes, segundo agências de checagens de fatos. Segundo Pazuello, manifestações públicas do presidente sobre medidas sanitárias ou compra de vacinas eram “improvisos” e não devem ser interpretadas como ordens.

Crimes – O ex-ministro chamou para si a responsabilidade por quase todas as decisões no enfrentamento ao novo coronavírus. Com isso, abriu para que seja processado por pelo menos quatro crimes: prevaricação, falso testemunho, contra a saúde pública e improbidade administrativa. Contudo, não caberia à CPI indicar tais práticas crimes, mas ao MPF investigar os fatos.

O ex-ministro foi diversas vezes questionado sobre o anúncio feito por Bolsonaro, em outubro de 2020, de que tinha mandado cancelar o protocolo de intenções de compra de 46 milhões de doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan. “Isso aí é uma posição de internet, não interfere em nada com o contrato”, disse, negando a existência da óbvia ordem pública dada pelo capitão.

Falta de oxigênio – Pazuello culpou a empresa White Martins e o governo do Amazonas pelo colapso de oxigênio no estado em janeiro. Admitiu que a intervenção na saúde do estado foi discutida no Planalto com o presidente, mas descartada por Bolsonaro, pelo governador Wilson Lima e por um grupo de ministros.

Para o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), Pazuello e Bolsonaro usaram o Amazonas como cobaia de experiências como imunidade de rebanho e uso em massa da cloroquina. Aziz ainda contestou o uso do aplicativo TrateCOV – criado na gestão Pazuello e lançado oficialmente em Manaus – que receitava cloroquina para gestantes e crianças infectadas com o coronavírus. Apesar das evidências, Pazuello negou o lançamento do aplicativo.

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