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Geral

Aulas adiadas por tempo indeterminado

  • Redação
  • 21/08/2020
  • 15:55

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Foto: MCTIC/ Divulgação

A retomada do calendário escolar presencial da rede pública do Distrito Federal está adiada por tempo indeterminado. A decisão foi tomada quarta-feira (19) pelo Governo do Distrito Federal, como precaução para evitar o aumento de contaminações pela covid-19 a partir do convívio de crianças, adolescentes e adultos no ambiente escolar.

Nas escolas particulares, após seis horas de audiência no Tribunal Regional do Trabalho do DF (TRT-10), na sexta-feira (21), não houve conciliação. Sendo assim, a retomada das aulas presenciais permanece suspensa. Nova audiência foi marcada para a segunda-feira (24).

Nas escolas públicas, até a última decisão do GDF, o retorno gradual dos alunos às salas de aula estava marcado para 31 de agosto. “A data era de referência, mas neste momento, apesar de as escolas estarem prontas para o retorno, isso será adiado pela vida e saúde de todos”, disse o secretário de Educação Leandro Cruz, ao explicar que o comportamento está sendo acompanhado para que as providências de retorno às aulas presenciais sejam tomadas de forma segura.

Mesmo sem data para o retorno presencial dos alunos da rede pública, o ensino remoto continuará em vigor e as escolas seguem sendo preparadas para a volta das atividades. Durante asemana, a operação para desinfecção e higienização das escolas da rede pública chegou a 91,2% das unidades. Já o programa Escola em Casa DF, com a plataforma Google Sala de Aula, tem cadastrados 470 mil estudantes e 72 mil profissionais da educação.

Particulares – O caso da rede particular de ensino está judicializado e caberá ao TRT-DF decidir a data do retorno às atividades presenciais. Os sindicatos que representam as escolas propõem o retorno da educação infantil no dia 21 de setembro. Já o Ministério Público do Trabalho argumenta que a retomada das atividades presenciais representa risco aos trabalhadores e aos alunos e defende que continuem suspensas as aulas presenciais.

Segundo o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe-DF), já foram 1,5 mil demissões no setor. 

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