Na noite de 24 de março de 2026, cerca de 130 representantes de coletivos e organizações de base comunitária se reuniram virtualmente para participar da 4ª Teia/Fórum dos Pontos de Cultura do Centro-Oeste. O objetivo desse encontro é fortalecer a articulação regional, promover a troca de experiências entre diferentes territórios e preparar as delegações para a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, que ocorrerá entre 19 e 24 de maio em Aracruz, no Espírito Santo.
O Ministério da Cultura (MinC) também esteve presente, com a participação da secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, do diretor da Política Nacional Cultura Viva (PNCV), João Pontes, e do coordenador-geral de Articulação da Cultura Viva, Leandro Anton. A programação começou de forma inspiradora, com a exibição de um vídeo que mostrava imagens das quatro Teias do Centro-Oeste, uma região que abriga atualmente 788 pontos de cultura espalhados por 151 municípios.
Goiás foi pioneiro na realização do encontro da rede estadual de <a href="https://zagnfc.com.br/noticias/edital-da-6-teia-nacional-dos-pontos-de-cultura-e-publicado" class="keyword-link" data-keyword="pontos de cultura">pontos de cultura</a>, promovendo-o em setembro no município de Inhumas. Depois, o Distrito Federal organizou sua Teia em novembro, em Brasília; em dezembro, foi a vez do Mato Grosso, com o encontro na cidade de Poconé; e, para fechar o ciclo, o Mato Grosso do Sul organizou sua Teia em janeiro, em Corumbá.
Márcia Rollemberg, durante o evento, destacou o processo de retomada do <a href="https://zagnfc.com.br/noticias/ministerio-da-cultura-e-famup-parceria-para-a-cultura-na-paraiba" class="keyword-link" data-keyword="ministério da cultura">Ministério da Cultura</a> e o aumento da rede de pontos e pontões de cultura nos últimos três anos sob a gestão da ministra Margareth Menezes. Em janeiro de 2023, o cadastro nacional contava com cerca de 4 mil coletivos e entidades culturais certificadas, e agora, em março, esse número já ultrapassa 15 mil. Ela enfatizou a importância de uma gestão compartilhada e participativa, além dos eixos temáticos propostos para o fórum nacional, ressaltando a necessidade de implementar direitos culturais efetivos.
O envolvimento e a colaboração entre os diferentes atores culturais são fundamentais para o fortalecimento desse movimento.