\”Cada vez que um ciclista é morto, revivo a dor da perda do meu pai\”
Antônio Lima, de 68 anos, foi atropelado em 2015 e até hoje o motorista sequer foi identificado. Sua filha, Olga Siqueira, lamenta impunidade e clama por cuidado nas ruas do DF
\”Cada vez que um ciclista é morto, revivo a dor da perda do meu pai\”
Antônio Lima, de 68 anos, foi atropelado em 2015 e até hoje o motorista sequer foi identificado. Sua filha, Olga Siqueira, lamenta impunidade e clama por cuidado nas ruas do DF
\”Cada vez que um ciclista é morto, revivo a dor da perda do meu pai\”
Antônio Lima, de 68 anos, foi atropelado em 2015 e até hoje o motorista sequer foi identificado. Sua filha, Olga Siqueira, lamenta impunidade e clama por cuidado nas ruas do DF
\”Cada vez que um ciclista é morto, revivo a dor da perda do meu pai\”
Antônio Lima, de 68 anos, foi atropelado em 2015 e até hoje o motorista sequer foi identificado. Sua filha, Olga Siqueira, lamenta impunidade e clama por cuidado nas ruas do DF
