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13 de maio – a falsa libertação

  • José Matos
  • 10/05/2025
  • 14:00

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Foto: Arquivo/Agência Brasil

Tratados como seres sem alma e, consequentemente, sem direito a nenhum direito, os escravos brasileiros foram, enfim, ilusoriamente libertados, por imposição da Inglaterra, que queria pessoas assalariadas com capacidade de comprar seus produtos, e não por suposta bondade da princesa Isabel. 

Após a libertação, a elite branca do Brasil, após séculos de exploração, mortes e maldades de todo tipo, não lhes ofereceu emprego, preferindo trazer europeus brancos para compor a mão de obra de que precisava. De modo semelhante, omitiu-se o governo da época, não lhes oferecendo terra, moradia e escolas para seus filhos. 

Restou-lhes aglomerar-se em favelas, onde, ainda novos, morriam de fome e por doenças causadas pela falta de condições de higiene.

Só recentemente, sob protestos de parte da mesma elite branca, aprovou-se a Lei das Cotas Raciais, e prepara-se a titulação das terras dos quilombolas, numa tentativa de corrigir tamanha injustiça.

A lei de Deus é clara: Quem deve, paga. Quem merece, recebe. Jesus advertiu-nos: “É necessário que haja o mal, mas ai de quem seja o instrumento do mal”. Na cruz, advertiu-nos novamente: “Não chorem por mim; chorem por vocês e vossos filhos”. Ele estava referindo-se à Lei de Retorno, que manda dar a cada um de acordo com seu merecimento.

Não basta sofrer o retorno do mal praticado. É preciso reparar: arrependimento, expiação, reparação. Com o arrependimento, o perdão do primeiro tipo. Com expiação, o segundo, e com reparação o perdão do terceiro tipo ou perdão definitivo: “Os teus pecados te são perdoados porque você muito amou”, ensinou Jesus para a pecadora que lavou seus pés com perfume. 

Mas, pergunta-se, mesmo entre os religiosos: por que Deus permite o mal? Por que nos deu o livre arbítrio. 

Contudo, o livre arbítrio é permissão para a experimentação, tirar conclusões de que o bem é o grande vencedor, e evoluir até ao ponto de tornar-se auxiliar do Criador. 

O livre arbítrio usado para o bem gera crédito que se volta a favor do benfeitor, abrindo seus caminhos; usado para o mal, gera débito que se volta contra o malfeitor, fechando seus caminhos até ser ressarcido. 

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